Vamos falar de expansão?

Se acha que criar e fazer expandir um negócio requer energia, permita-me a honestidade: criar e fazer expandir um negócio requer três energias!

Neste artigo, convido-a a descobrir quais são e de que forma pode utilizá-las para crescer. De facto, a prosperidade nos negócios depende acima de tudo do seu crescimento pessoal, como ser humano, e da expansão contínua da sua capacidade de gerir situações cada vez mais complexas – e com maior retorno e impacto no mundo. Se a leitura destas palavras lhe provoca um certo receio, não se preocupe: significa que já está no caminho para lá chegar.

Gostaria de lembrá-la de que, no seu processo de crescimento pessoal e profissional, as decisões podem e devem ser tomadas de acordo com a sua verdade, com aquilo a que o seu corpo reage com leveza e abertura… e também gostaria de lhe dizer que o crescimento pode e deve ser um processo conjunto, colaborativo, em que os conhecimentos, recursos e redes de contactos de outras pessoas se associam aos seus para benefício de todos.

De facto, crescer implica quase sempre nutrir as nossas ligações com outras pessoas. Mas, muitas vezes, pensamos nas ligações como apenas uma forma de atingirmos mais e novos clientes, quando deveríamos, talvez, pensar nelas como o ponto de partida para um crescimento colaborativo, em que cada pessoa envolvida reconhece o potencial agregado da sua rede.

Acredito que quando alguém conquista a realização e um sentido elevado de sucesso na sua carreira é seu dever “arrastar” pelo menos mais uma pessoa consigo para esta espiral de realização. Na minha ótica, devemos pensar nos nossos negócios, desde que estão em fase de projeto, para que compensem verdadeiramente todos os que trabalham connosco.

A meu ver, a compensação deve ir muito além da tendência de tornar o espaço de trabalho mais bonito e divertido, da implementação do trabalho remoto ou da “semana de 4 dias” (forma de organização do tempo de trabalho que tem sido implementada em diferentes empresas de todo o mundo, tendo até sido definida pela Federação de Sindicatos do Reino Unido como uma meta a atingir até ao final do século XXI).

Pense em negociar com os seus colaboradores o investimento de uma percentagem de cada salário num fundo de investimento, podendo cada colaborador retirar os seus juros ao fim de cada ano de trabalho. Pense na possibilidade de oferecer sociedade a um colaborador que seja especialmente leal e competente. Pense em oferecer uma tarde por semana para lerem ou fazerem um programa de desenvolvimento pessoal. Pense em oferecer uma comissão pelas vendas do seu produto a todas as pessoas que trabalham consigo: administrativos, serviço de apoio ao cliente, marketing e comunicação…

Mas para já, vamos falar daquilo que está na base do crescimento de um negócio: a plataforma a partir da qual cria tudo na sua vida.

A plataforma de criação é a energia à qual acedemos quando fazemos o que sentimos como leve e divertido.

Criativa, realizadora ou conectora: aprenda como utilizar as 3 energias que o seu negócio requer!

Todos utilizamos as três energias ou plataformas de criação, embora cada pessoa use predominantemente uma ou outra. Quando olho para trás, compreendo que sou eminentemente conectora, mas também realizadora e criativa. E a leitora, que energia(s) usa para expandir os seus resultados?

Energia criativa: está associada às atividades nucleares do seu negócio; permite-lhe criar novas coisas, mesmo que não trabalhe num setor criativo. É a base do negócio e, para potenciá-la, deverá valorizar dinâmicas promotoras de criatividade. A energia criativa também é responsável pela idealização das condições e métodos de trabalho.

Energia realizadora: é uma energia de antecipação do futuro, que a impele a fazer hoje o que é necessário para concretizar a visão do amanhã. Alguém com esta energia faz acontecer, mesmo quando os primeiros resultados são incipientes. É a energia necessária para colocar as coisas em movimento!

Energia conectora: ligada à comunicação, acompanhamento, divulgação e coordenação. Os conectores tendem a fazer um tipo de trabalho que nunca é considerado urgente, mas que é essencial: criar relações.

Normalmente, as pessoas conectoras acreditam que a sua capacidade “não é nada de especial”. No entanto, é essencial para estabelecer pontes, criar parcerias e divulgar os negócios. Por outro lado, as realizadoras, por vezes, sentem-se sozinhas, pois são as únicas que transportam aquela visão de futuro e estão dispostas a fazer o que é preciso em nome de algo que ainda não existe; porém, às vezes desvalorizam-se e consideram-se “sonhadoras” ou “idealistas”. Já as criativas, vivem sob o fantasma da desorganização: acreditam que deveriam encaixar-se no modelo de gestão do tempo definido pelo sistema de ensino e pelo mercado de trabalho, sentindo que nunca poderão ser bem-sucedidas por não o conseguirem plenamente. Identifica-se? É provável que sim. Por isso, deixe-me dizer-lhe que o facto de fazer algo com facilidade não significa que não é uma competência importante. O facto de fazer algo com facilidade significa, provavelmente, que esse é o seu talento. Bem diferente, não acha?

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Que outras possibilidades de desenvolvimento da sua liderança e de descoberta do seu verdadeiro poder poderia escolher hoje?